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++a racionalidade também tem sua beleza 16/dezembro/2008
    É só ligar a televisão para constatar: a mídia nos impõe um padrão de personalidade – personalidade em seu sentido amplo, o que inclui a beleza estética, o modo de se agir e de se comportar – a qual não nos é natural, realizando assim, uma intensa modificação no cotidiano humano. A essa modificação dá-se o nome de vaidade, o que a meu ver, torna esse ato pouco recriminável, e para algumas culturas até admirável.
    Para essas culturas a vaidade é o valor supremo, sem que se meçam esforços para alcançar a beleza idealizada, repulsando assim, quaisquer valores contrários aos físicos que nessa concepção foram depositados.
    Repugnar ideais como inteligência, sagacidade, afetividade sincera, lealdade mútua, são características de pessoas que procedem irrefletidamente sobre suas próprias vidas, não merecendo mérito algum por suas ações e conquistas. Porém minha reflexão vai um pouco mais além.
    Definir um ideal de beleza, cultuar corpos e agir somente em função de uma imagem externa, entra em conflito com aquilo que nos é inerente. Os animais são símbolos da virilidade, força e beleza; idolatrar esses elementos é negar a sagrada racionalidade humana. É como viver em um túnel escuro por opção, sabendo-se que nele existe uma saída. A controvérsia está na questão de que símbolos são eternos e imodificáveis. Todo homem tem em si um animal, porém espera-se que sua razão guie-o em suas ações.
    O corpo é a antítese da razão, e é por esse contraste que a alma torna-se cada vez menor, tendo-se em vista que o corpo nos cega para aquilo que nos é de maior importância: a essência. Nossa verdadeira identidade. A mistura de tudo aquilo que já nos foi ensinado. É justamente esse o motivo de não haver A igual a B.

    A dualidade entre o corpo e a alma nos remete a questões contraditórias: somos todos iguais ou diferentes?
    Se você pensa como eu, chegará à conclusão de que a raça humana é diferente em si, considerando o raciocínio de que a alma é emancipada do corpo e o que os liga é um infeliz acaso.

    A beleza não lhe será eterna. Se quiseres ser lembrado, deverás preservar a racionalidade que lhe foi dada. Porém se tens a qualidade de leviano, não vá cuspir na sociedade a ignorância que tens orgulho em demonstrar.

Por Eve - às 04:16 |



++a crise
25/novembro/2008
    Tudo que se fala hoje em dia gira em torno da crise vivida pelos países capitalistas. Aquela crise, que entrou em tanta evidência no ano de 2008 e para qual o governo disponibilizou milhões e milhões de dólares.
    Pensando sobre isso, e incitada por um artigo da Lya Luft, resolvi escrever e deixar explícito meu conceito sobre o que é ajuda e quem realmente a merece.
    Os bancos americanos têm alta influência mundial, empregados altamente capacitados e bem-pagos, faturas anuais bilionárias, e ainda, luxuosas sedes espalhadas pelo mundo todo. Então a televisão vem nos dizer que eles estão em crise.
    Crise para mim é ver uma família dividir um pão, que foi jogado fora por outras pessoas, e esperar que sua fome cesse pelo menos até eles acharem outra coisa para comer. Crise é ver os pais terem de anunciar para seus filhos que naquele dia eles nada comerão. Crise é esperar que uma criança mirrada não tenha de trabalhar um dia inteiro para receber uma mísera refeição.
    Pensando exatamente nesse assunto, notei que em minha rua uma família passava de casa em casa vendendo chapéus. Um jovem que não aparentava ter mais de vinte anos segurava pela mão uma criança que, descalça sob aquele sol sádico, mordia os dedos na esperança que eles fossem comida. Uma mulher, mais velha que o jovem, levava os chapéus de palha e, observando seus olhos, pude notar a esperança abandonando seu corpo. Não foi a mulher extremamente pobre e surrada pela vida, quem me chamou atenção. Foi a criança: um bebê que tinha por volta dos três anos de idade, que nada sabia da vida, que não tinha inveja, nem ganância no coração. Que nada sabia da crise financeira no mundo, nem sabia da existência do dinheiro e o por quê das pessoas correrem tanto atrás dele. Era ainda uma alma que o dinheiro não havia corrompido.
    Definitivamente, não acho que os bancos precisem de ajuda financeira. Eles precisam de ajuda emocional. Algo neles falta, e não é o dinheiro.
    Realmente, o mundo vive uma crise: a crise da cegueira. É impossível viver tamanha alienação como esses banqueiros vivem.

Por Eve - às 20:01 |



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++chegae

Olá, seja bem vindo a essa blog de merda. Quero dizer que fico feliz com a sua visita e que este blog não prioriza a mentira, mesmo sendo ela nua e crua.

++perfil


Evelyne, conhecida como Eve. Quinze anos e mora no interior do Paraná, clique aqui para saber mais

++grande merda

Já faz uns dois anos que eu tento montar um blog decente pra ver se as pessoas visitam, comentam coisa e tal, mas até agora nenhum deu certo. Sinceramente, ainda acho que este também não vai vingar, porém, eu sou apaixonada por web design e vou continuar fazendo blogs até eu ficar velhinha.

++links

Alguns sites e blogs que me ajudaram a aperfeiçoar as minhas técnicas no photoshop/html, merecem ser linkados aqui: CristinyOnline++Ly!++Web Tutoriais++By Marina ++OutsPoken-Kate

++eu visito

KibeLoco++Blog do Mion++MTV Brasil++Mari Moon++State of Shock++Home

++bye


Tchau, espero que você volte um dia. Comente se quiser e poxa, Obrigada pela visita. Quero agradecer à minha mãe, meu pai, a Pepita minha cachorra, e qualquer coisa que precisar me liga (043) 305543**

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